Crise hídrica pode ser oportunidade para o seu condomínio!

Crise hídrica pode ser oportunidade para o seu condomínio!

A crise hídrica no DF não é novidade para ninguém. Ela afeta a todos, em maior ou menor grau.

Apesar de trazer incômodos, como toda crise, essa também é uma oportunidade coletiva e individual. Se aproveitada, essa pode ser a chance de administrar melhor o DF, nossas casas e condomínios. Chance que se traduz em garantir um futuro melhor para todos.

Voltando no tempo: a conjuntura da crise hídrica no DF

À primeira vista, pode parecer um mero capricho da natureza. Já se passaram mais de 100 dias de estiagem e a umidade do ar chegou abaixo de 10%. Porém, basta olhar para as últimas décadas de administração do Distrito Federal para entender que a principal culpa não é de São Pedro. Segundo o IBGE, em 2010 a população do DF já ultrapassava 2,5 milhões. Isso equivale a cinco vezes mais que o planejamento original. Infelizmente, esse crescimento não foi nada ordenado.

Por várias vezes, o plano diretor de Brasília foi ignorado em nome do populismo, até mesmo com loteamentos em áreas de mananciais. Como se não bastasse, segundo relato do professor Sergio Koide, da UnB, ao portal Metropoles.com, “A escassez de água já era prevista há 12 anos. Na época, o governo decidiu apostar todas as fichas na captação em Corumbá. Entretanto, o projeto grandioso demandou alto investimento. Devido a problemas diversos, não começou a funcionar até hoje.”

O problema não envolve apenas a captação hídrica. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o recomendável é que cada habitante gaste, em média, 100 litros de água diariamente. Em algumas áreas do DF, esse consumo é de 400 litros, podendo chegar a 800 litros diários por pessoa. Uma situação que é, sem dúvida, insustentável até mesmo no curto prazo!

O racionamento de água e a vizinhança

O famigerado racionamento já atinge todo DF, mas é sentido de maneira diversa por cada pessoa.

O principal motivo é a diferença da capacidade de armazenar e distribuir água em cada endereço. Em domicílios com caixas d’água maiores, o racionamento pode ter impacto zero no perfil de consumo dos moradores. Da mesma forma, quando o armazenamento de água é compartilhado, é grande o risco de que um pequeno grupo de moradores gaste muito mais que os vizinhos.

Os condomínios, em particular, frequentemente são o ponto de confluências desses dois fatores. Afinal, em termos de custos de construção, é bem mais barato comprar uma enorme caixa d’água com um único hidrômetro que abasteça todo o condomínio do que investir em caixas d’água e hidrômetros individuais. Na prática, isso acaba mascarando o alto consumo.

Na visão de alguns, isso não traria grandes prejuízos para os condôminos, já que o cálculo das faixas de consumo é feito a partir da média de gasto dos moradores. Esse raciocínio só se sustenta no ponto de vista dos que gastam mais, e mesmo assim a curtíssimo prazo.

Ainda esse ano, se o consumo não diminuir, a CAESB não descarta a possibilidade de aumentar de 1 para 2 os dias semanais de racionamento. E nesse caso, as chances de longos períodos em que todo o condomínio ficaria sem água só aumentam.

Isso levaria, facilmente, a um aumento nos custos, tanto com materiais quanto com mão-de-obra, para ampliar a capacidade de armazenamento de água em condomínios. Outra possibilidade defendida por especialistas é o aumento do preço para o fornecimento de água, que pode chegar a valores exorbitantes dependendo da urgência no fornecimento.

Como a crise hídrica pode ser oportunidade para o seu condomínio?

Justamente nesses momentos de crise, se multiplicam as alternativas para a redução no consumo de água. Seja pela intensificação nas pesquisas, pela maior produção de produtos para esse fim ou por políticas governamentais que favoreçam quem consome menos, essa é a época para investir em produtos e medidas que economizem água.

Uma medida simples, como trocar as válvulas simples da caixa de descarga para modelos com duplo acionamento, é capaz de reduzir a conta d’água de um condomínio de 22 mil para 7 mil reais.

Já o investimento de 10 reais em um arejador mais moderno é capaz de reduzir em até 88% o consumo de água de uma torneira sem prejudicar o conforto.

As opções são tantas e tão inovadoras que, cada vez mais, é necessária expertise na área.  Seja na escolha das melhores opções, seja na melhor forma de implementar as mudanças. E nisso, contar com a experiência de quem lida com vários condomínios e nas mais diversas situações é uma vantagem e tantoÉ para situações como essa que A Casa do Síndico existe: para facilitar, ao máximo, que cada condomínio transforme crise em oportunidades bem aproveitadas.

Fale conosco! Estamos aqui para ser a solução completa para o seu condomínio!